Não existe industrialização sustentável sem energia fiável. Não existe crescimento económico inclusivo sem acesso à água. E não existe prosperidade duradoura sem a capacidade de transformar recursos em oportunidades para os cidadãos.
Foi com esta convicção que tive a honra de presidir ao encerramento da 2.ª Conferência Internacional sobre Energia e Águas, um fórum que reuniu decisores, especialistas, empresários e parceiros nacionais e internacionais em torno de um propósito comum: construir uma Angola mais resiliente, competitiva e preparada para os desafios do futuro.
Ao longo destes dois dias de reflexão e partilha, ficou claro que a segurança energética e hídrica constitui um dos pilares fundamentais da nossa agenda de industrialização, diversificação económica e desenvolvimento sustentável. Cada nova indústria, cada cadeia de valor nacional e cada oportunidade de emprego dependem da capacidade de garantirmos infra-estruturas modernas, eficientes e acessíveis.
As conclusões desta conferência reforçam igualmente a importância da inovação, da digitalização e do investimento privado como motores da transformação económica que o País ambiciona. Angola continua aberta a parcerias estratégicas que promovam a criação de valor, a transferência de conhecimento e o desenvolvimento de soluções capazes de responder aos desafios do nosso tempo.
Saio desta conferência com a certeza de que os consensos alcançados e as pontes construídas contribuirão para acelerar o caminho rumo a uma economia mais forte, mais sustentável e mais inclusiva.
Continuemos a trabalhar juntos para transformar o potencial dos nossos recursos em prosperidade real para todos os angolanos.
Rui Miguêns
Página Oficial de Rui Miguêns de Oliveira - Ministro da Indústria e Comércio de Angola
25/05/2026
Neste Dia de África, reafirmamos a nossa visão de um continente mais industrializado, competitivo e sustentável, onde o comércio intra-africano, a inovação e a valorização da produção nacional sejam pilares do desenvolvimento económico e da prosperidade dos nossos povos.
Angola continuará comprometida com a transformação da sua base produtiva, promovendo uma indústria moderna, integrada e capaz de gerar emprego, conhecimento e valor para as futuras gerações africanas.
Camanongue, Província do Moxico
O lançamento da 1.ª Pedra da futura unidade de processamento de arroz marca o início de uma nova etapa para o desenvolvimento agroindustrial no leste do País.
Projectos estruturantes como este contribuem para o aproveitamento do potencial agrícola nacional, estimulam o crescimento das economias locais e reforçam a participação do sector privado na construção de uma Angola mais produtiva e competitiva.
O Moxico afirma-se, cada vez mais, como uma província estratégica para o desenvolvimento económico nacional, com capacidade para impulsionar cadeias de valor essenciais ao futuro da indústria alimentar angolana.
Construir capacidade industrial é preparar o País para responder aos desafios do presente e às oportunidades do futuro.
22/05/2026
A transformação económica de Angola faz-se com investimento produtivo, inovação e valorização do potencial nacional.
A futura Fábrica de Processamento de Arroz de Camanongue representa mais do que uma infra-estrutura industrial: simboliza emprego, inclusão produtiva e fortalecimento da cadeia agroindustrial nacional.
Continuaremos a trabalhar para aproximar o campo da indústria, reduzir a dependência das importações e impulsionar uma economia cada vez mais diversificada, resiliente e sustentável.
Produzir em Angola é fortalecer Angola.
22/05/2026
Moxico | Lançamento da 1.ª Pedra da Fábrica de Processamento de Arroz de Camanongue
Hoje demos mais um passo firme na consolidação da soberania alimentar e da industrialização de Angola.
O lançamento da futura Fábrica de Processamento de Arroz da Food Life representa o compromisso do Executivo angolano com a produção nacional, a transformação local e a diversificação da economia. Este projecto reforça a ligação entre agricultura e indústria, promove a substituição das importações e cria novas oportunidades para milhares de agricultores, cooperativas e jovens angolanos.
Com previsão de expansão para 3.000 hectares de cultivo, integração de cerca de 5.000 agricultores familiares e criação de empregos directos e indirectos, esta iniciativa simboliza o potencial produtivo do Moxico e a confiança no futuro industrial de Angola.
O desenvolvimento do nosso País constrói-se transformando localmente aquilo que a nossa terra produz. É assim que fortalecemos a economia nacional, geramos riqueza e afirmamos a nossa soberania económica.
O Executivo angolano mantém-se firme na implementação de medidas que reforcem a diversificação da economia e valorizem a produção nacional.
Neste quadro, passará a ser exigido que os importadores de determinados bens alimentares adquiram, no mínimo, 20% da produção nacional, em proporção ao volume que pretendem importar. Trata-se de uma medida estratégica que visa fortalecer o mercado interno, criar mais oportunidades para os produtores nacionais e promover um crescimento económico mais sustentável.
O nosso compromisso é claro: incentivar a produção nacional e garantir que os produtos feitos em Angola ocupem, cada vez mais, um lugar de destaque no nosso mercado.
No Africa CEO Forum 2026, em Kigali, Angola voltou a afirmar-se como uma economia em transformação, aberta ao investimento e comprometida com reformas estruturais que reforçam a confiança dos investidores.
As palavras de Sua Excelência o Ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, reflectem uma visão clara: Angola está a consolidar um ambiente de negócios cada vez mais previsível, competitivo e atractivo para o capital privado.
No sector da Indústria e Comércio, esta transformação traduz-se em oportunidades concretas para acelerar a diversificação económica, fortalecer a produção nacional, impulsionar a indústria transformadora e criar mais emprego para os angolanos.
Seguimos firmes na construção de uma economia mais resiliente, integrada regionalmente e preparada para competir à escala continental.
12/05/2026
A visita de Estado de Sua Excelência Presidente da República à República Argelina Democrática e Popular marca um novo capítulo nas relações de cooperação entre Angola e a Argélia.
A assinatura de 11 acordos em sectores estratégicos demonstra, de forma clara, a vontade comum de fortalecer os laços económicos, comerciais, industriais e institucionais entre os nossos países, promovendo o investimento, a inovação, a formação profissional e o desenvolvimento sustentável.
No domínio da Indústria e Comércio, estes entendimentos representam oportunidades concretas para o reforço da produção nacional, diversificação da economia e criação de parcerias mutuamente vantajosas, alinhadas com os objectivos de crescimento e prosperidade para os nossos povos.
Angola continua aberta ao diálogo, à cooperação e à construção de pontes que impulsionem o progresso do continente africano.
06/05/2026
Hoje, durante o acto de lançamento da FILDA 2026, tive a honra de partilhar a nossa visão para o fortalecimento do tecido económico nacional, assente na produção local, na inovação e na competitividade global.
Reafirmo que Angola está aberta ao investimento responsável, à iniciativa privada e a parcerias estratégicas que contribuam para o desenvolvimento sustentável do nosso país. Estamos a trabalhar de forma consistente para melhorar o ambiente de negócios, incentivar a industrialização e criar oportunidades reais para os nossos empreendedores.
Acreditamos firmemente que, produzindo e inovando localmente, seremos capazes de vencer globalmente, posicionando Angola como um destino de referência no continente africano e no mundo.
01/05/2026
O Executivo angolano reforça o compromisso com um ambiente de negócios atractivo e o investimento privado.
Recebemos o Grupo Shoprite, que pretende expandir operações, apoiar a produção nacional e criar empregos, reconhecendo Angola como mercado estratégico.
Destacámos a importância da incorporação de valor interno e do fortalecimento da indústria nacional.
Seguimos a trabalhar com o sector privado para promover o desenvolvimento económico sustentável.
