Moisés David Fundanga

Moisés David Fundanga

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Estimular, espira uma arte de quem pretende ensinar, mas para tal, é preciso advinhar aquilo que realmente interessa. Ter uma mente infantil.

Saber tudo sobre tudo.

05/09/2025

Armar-se ou Amar: A Escolha que Humaniza

Vivemos num mundo onde, frequentemente, os interesses privados se impõem sobre o bem comum. Corporações, grupos económicos e até indivíduos moldam decisões colectivas segundo suas conveniências. No plano internacional, nações inteiras são condicionadas pelos interesses de poucas, e às vezes por uma única. Como se o planeta fosse uma propriedade privada a ser explorada, ocupada ou controlada.

Mas isso fere a própria essência da convivência humana. Nenhuma vontade individual pode valer mais que o direito de todos. Nenhuma nação, por mais forte, deveria subjugar outra como se fosse sua extensão.

Quando a resposta a esses conflitos é armar-se, o ser humano reduz-se. Ele se torna um instrumento de repressão, não um agente de construção. Armar-se parte do medo, da desconfiança, da idéia de que o outro é ameaça, e não parceiro.

Armar-se desumaniza. Amar humaniza.

Amar, aqui, não é um gesto ingénuo. É uma posição ética e política. Amar é colocar o outro no centro das decisões. É reconhecer a dignidade que existe em cada pessoa, cada povo, cada cultura. Amar é respeitar os limites, ouvir os diferentes, cuidar da vida em todas as suas formas.

Se armar é buscar controlo, amar é buscar convivência.
Se armar-se é fechar fronteiras, amar é abrir caminhos.
Se armar-se é temer, amar é confiar, mesmo quando dói.

As políticas actuais, cada vez mais marcadas pela ausência de amor e pela falta de um diálogo transparente, caminham para um fim trágico. Se não forem revistas, acabarão por nos conduzir à carnificina, o nível mais baixo da nossa humanidade. Revela-se, assim, o quanto desumana é a política do cinismo, que escolhe o poder em vez da escuta, a indiferença em vez da empatia, a dominação em vez da justiça.

As armas, por si, não têm qualquer valor humano real. São objectos de destruição, não de criação. São símbolos da nossa falência moral, não da nossa força. É preferível uma civilização de paz a uma cultura de guerra. É preferível

Photos from Moisés David Fundanga's post 29/08/2025
05/07/2025

"Uns anos depois, aprendemos que há uma diferença abismal entre ter e ter-se!
Aprendemos que não adianta ter os bolsos cheios, se temos o coração vazio!
Aprendemos que não importa quantos anos de vida nós temos, mas sim quanta vida nós demos aos nossos anos!
Aprendemos que a vida passa, tudo corre e não há mal que sempre dure!
Aprendemos que o amor alimenta, o amor cura e o amor é o caminho!
Aprendemos que sozinhos não somos nada, mas se tivermos um amigo, somos imparáveis...
Aprendemos que o melhor da nossa vida são os afetos, são as boas recordações que semeamos no coração dos outros!
Aprendemos que devemos procurar o essencial, em tudo e nas pequenas coisas, procurar aquilo que nos eleva, nos sublima, nos enriquece, nos faz perceber que a vida vale a pena, de tão bonita que é!"

Photos from Moisés David Fundanga's post 24/09/2024

O meu estaf do senso20224/Bié/ Nharea/Caieie

11/11/2021

Homem ar**ha angolano! Kkkk

Photos from Moisés David Fundanga's post 28/11/2020

CORAL JOVENIL PAROQUIAL

Photos from Moisés David Fundanga's post 27/11/2020

La família

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