10/04/2026
Sessão Pública: “Da resistência ao 25 de Abril. O papel do P*P na construção da democracia em Portugal”.
Com a participação de Domingos Abrantes, dirigente histórico do P*P.
18 Abril | 15 horas
Galeria Municipal
(Edifício da Câmara, junto à estação da Amadora da CP)
Os tempos que vivemos exigem de nós, retomar Abril. É tarefa de todos os que lutam por uma sociedade mais justa e com futuro!
Participa.
06/03/2026
Conhece o trabalho que se perspetiva nos pelouros da CDU na Câmara Municipal da Amadora.
Vereador CDU com Estratégia para Desporto, Juventude e Movimento Associativo
Depois das eleições autárquicas do passado mês de Outubro, a configuração no executivo da Câmara Municipal da Amadora mudou. O Partido Socialista, que saiu vencedor, sem maioria absoluta, entregou três pelouros à CDU: desporto, juventude e movimento associativo. Estivemos à conversa com ...
02/03/2026
📖 Camões na Amadora! De 4 de Março a 10 de Abril, poderás visitar a exposição “Camões: Poeta do Povo num Mundo em Mudança”, organizada pelo P*P, que estará patente no Espaço Almeida Garrett da Escola Superior de Teatro e Cinema, na Amadora.
A intervenção do P*P nas comemorações do V Centenário de Camões procura contribuir para a participação activa do nosso povo e para um maior conhecimento, difusão, apropriação e fruição da sua obra. Tal como sublinhava Álvaro Cunhal na Festa do Avante! de 1979, referindo-se às comemorações pelo P*P do IV Centenário da morte de Luís de Camões, «Camões não é a voz da reacção e do colonialismo. Camões é a voz do nosso povo, dos Lusíadas, a voz da insubmissão ante os privilégios, a voz do progresso social e científico, a voz da nação portuguesa, num elevado sentido humanista»
👉 A inauguração será no dia 4 de Março, pelas 17h, e contará com a presença de Rita Magrinho, do grupo de trabalho do P*P para as comemorações do V Centenário de Camões.
Vem conhecer Camões!
27/02/2026
Faleceu Vítor Dias
A Comissão Concelhia da Amadora do P*P presta a sua homenagem e manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Vítor Dias, recordando a sua intervenção destacada na actividade do Partido, onde desempenhou importantes tarefas e responsabilidades.
Vítor Dias, empregado de escritório, aderiu ao P*P em 1973 sendo funcionário do Partido desde 1976.
Tendo integrado diversas associações culturais e desportivas do concelho de Vila Franca de Xira, foi dirigente da Associação de Estudantes da Faculdade de Direito de Lisboa em 1966/1967 e membro da direcção da Cooperativa Livreira e Cultural “DEVIR”. A partir de 1969 integrou diversas estruturas da CDE de Lisboa, pelo qual foi candidato na batalha política aquando da farsa eleitoral fascista de 1973 e dirigente do MDP/CDE até 1976. Militante antifascista, integrou a luta pela democracia e a liberdade tendo sido preso a 6 de Abril de 1974 e libertado com a Revolução de Abril.
Membro do Comité Central desde o IX Congresso, Vítor Dias integrou a Comissão Política do Comité Central do P*P de Maio de 1990 até 2008. Assumindo diversas tarefas, foi responsável pelo trabalho de Informação e Propaganda Central, autor de inúmeros textos na imprensa do Partido e activo participante nas diversas batalhas eleitorais a que o Partido foi chamado. Foi ainda membro da Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira no primeiro mandato autárquico de 1976/1979. Nos últimos anos manteve uma atenção à situação do País e do Mundo intervindo com a sua opinião a partir do blogue Tempo das Cerejas de que era autor.
À família, amigos e camaradas do Vítor, a Comissão Concelhia da Amadora do P*P endereça as suas condolências.
26/02/2026
Faleceu Vítor Dias
É com profundo pesar que o Secretariado do Comité Central do P*P informa que faleceu Vítor Dias, com 80 anos, recordando a sua intervenção destacada na actividade do Partido, onde desempenhou importantes tarefas e responsabilidades.
Vítor Dias, empregado de escritório, aderiu ao P*P em 1973 sendo funcionário do Partido desde 1976.
Tendo integrado diversas associações culturais e desportivas do concelho de Vila Franca de Xira, foi dirigente da Associação de Estudantes da Faculdade de Direito de Lisboa em 1966/1967 e membro da direcção da Cooperativa Livreira e Cultural “DEVIR”. A partir de 1969 integrou diversas estruturas da CDE de Lisboa, pelo qual foi candidato na batalha política aquando da farsa eleitoral fascista de 1973 e dirigente do MDP/CDE até 1976. Militante antifascista, integrou a luta pela democracia e a liberdade tendo sido preso a 6 de Abril de 1974 e libertado com a Revolução de Abril.
Membro do Comité Central desde o IX Congresso, Vítor Dias integrou a Comissão Política do Comité Central do P*P de Maio de 1990 até 2008. Assumindo diversas tarefas, foi responsável pelo trabalho de Informação e Propaganda Central, autor de inúmeros textos na imprensa do Partido e activo participante nas diversas batalhas eleitorais a que o Partido foi chamado. Foi ainda membro da Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira no primeiro mandato autárquico de 1976/1979. Nos últimos anos manteve uma atenção à situação do País e do Mundo intervindo com a sua opinião a partir do blogue Tempo das Cerejas de que era autor.
Oportunamente será dada informação sobre as cerimónias fúnebres.
19/02/2026
A Organização Concelhia da Amadora do P*P presta homenagem a Godelieve Meersschaert e profundo pesar pelo seu falecimento ontem, 18 de Fevereiro de 2026.
‘Lieve’, como ficou conhecida, protagonizou uma vida dedicada à Amadora, em particular à comunidade do Bairro do Alto da Cova da Moura, onde residia desde 1983, tendo sido fundadora da Associação Moinho da Juventude, com a qual manteve ligação até ao fim da vida.
Uma vida inteira dedicada à elevação das condições de vida da população daquele bairro, à prossecução da dignificação e valorização da pessoa humana, independentemente da origem, contribuindo para a formação de largas centenas de jovens
À família, ao Moinho da Juventude, à comunidade do Bairro do Alto da Cova da Moura, a Organização Concelhia da Amadora do P*P endereça as mais sentidas condolências.
14/01/2026
O mandatário da candidatura de António Filipe na Amadora, Carlos Almeida, historiador, investigador científico e apoiante da causa palestina, descreveu assim António Filipe, no almoço de apoiantes que decorreu na Amadora:
O António Filipe é daquelas pessoas que temos na vida com quem falamos sempre como se nos tivéssemos encontrado no dia antes. Conheço bem a sua simplicidade, a sua competência e seriedade, o seu proverbial sentido de humor.
A sua candidatura presidencial foi, desde o momento da sua apresentação, íntegra e verdadeira, definiu o seu lugar de fala, o mundo do trabalho e dos trabalhadores, e a partir dele dirigiu-se a todas e a todos, a cada um e cada uma, sem disfarces, sem tacticismos. Não renegou o seu lugar de origem, a condição de comunista, mas não fez disso uma trincheira, bem pelo contrário. Estabeleceu o seu chão comum, a Constituição da República Portuguesa e a ideia de país que nela se consagra e foi à fala com quem o quis ouvir, escutou quem com ele se dispôs a dialogar. Deixou claro que, para si, o juramento solene de cumprir e fazer cumprir a Constituição não é uma simples formalidade, mas um compromisso de responsabilidade.
O António Filipe nunca hesitou na defesa dos valores da paz, da resolução pacífica dos conflitos, do respeito pelo direito internacional. Nunca cedeu à chantagem, não esperou que o tempo e as circunstâncias fizessem com que o senso comum e o discurso dominante tornassem aceitáveis as suas opiniões. Esteve em todos os lugares em que se afirmou a solidariedade com o povo palestino, compreendeu que, com o genocídio em Gaza, o mundo cruzou a fronteira que nos separa do abismo e que será necessária toda a determinação para travar o caminho louco do militarismo e da guerra para onde nos empurram.
No dia 18 de Janeiro votarei no António Filipe. Dormirei descansado porque, em consciência, terei votado no candidato que melhor serve a democracia e, no dia seguinte, voltarei às lutas de todos os dias, com o António Filipe ao lado, como sempre esteve.